Friday, December 21, 2012

The Behavior of Currencies during Risk-off Episodes (updated)

Joint work with Reinout De Bock. That was finally released as IMF Working Paper 13/8.

Abstract:

Episodes of increased global risk aversion, also known as risk-off episodes, have become more frequent and severe since 2007. During these episodes, currency markets exhibit recurrent patterns, as the Japanese yen, Swiss franc, and U.S. dollar appreciate against other G-10 and emerging market currencies. The pattern of these moves can be explained by a combination of fundamental factors, such as the nominal interest rate, the international investment position and measures of exchange rate misalignment, and market-liquidity factors, such as bid-offer spreads and restrictions on international capital flows. We also find that currency performance in a risk-off episode has become more related to a currency’s yield and relationship to broader risks in recent years.




Wednesday, December 5, 2012

2nd Workshop on “Financial Determinants of Exchange Rates”

Semana que vem, apresento meu working paper sobre fluxos de capitais para a Suíça nesta conferência em Roma.

Tuesday, October 2, 2012

2012 Stability Cup

In the fourth edition of the IMF Stability Cup, the brave and gallant Research Department squad failed to reach the cup finals for the first time. Despite our best efforts, we were defeated in the semifinals by a strong (and young) Human Resources Department side that went on to win the whole thing. 

Winning or not, it is hard to beat a nice fall Saturday playing soccer.

Friday, September 7, 2012

Consumption Based Estimates of Chinese Growth


Coming soon!
Consumption Based Estimates of Chinese Growth
July, 2012
Irineu de Carvalho Filho and Marcos Chamon

Abstract:
This paper estimates the household income growth rates implied by food demand in a sample of urban Chinese households in 1993-2005. Our estimates, based on Engel curves for food consumption, indicate an average per capita income growth of 6.8 percent per year in 1993-2005. This figure is slightly larger than the 5.9 percent per year obtained by deflating nominal incomes by the CPI. We attribute this discrepancy to a small bias in the CPI, which is of a similar magnitude to the one often associated with CPI in the United States. Our estimates indicate stronger gains among the poorer households, suggesting that inflation in China was “pro-poor,” in the sense that the increase in the cost of living for poorer households was smaller than for the average one.

Friday, August 31, 2012

How did China’s rise affect competitiveness across advanced economies?

Coming soon!

How did China’s rise affect competitiveness across advanced economies?
Irineu de Carvalho Filho
August 31, 2012

Abstract: The rapid growth in exports and import demand of a large country has the potential to change world prices and transmit terms of trade shocks to distant economies. This note shows that the advanced economies whose patterns of export specialization most closely resembled Chinese ones appear to have been penalized in terms of export and GDP growth. The evidence is also suggestive that exposure to Chinese competition may have played a role in the lack of economic dynamism of some peripheral Euro area members.

 

Thursday, August 30, 2012

Risk-off episodes: the role of capital flows

Coming soon!

Risk-off episodes and Swiss franc appreciation: the role of capital flows
Irineu de Carvalho Filho
August 31 2012

Abstract: During episodes of increased global risk aversion, or risk-off episodes, safe haven currencies such as the Japanese yen and the Swiss franc tend to appreciate, but apparently for different reasons, as risk-off episodes drive large capital inflows to Switzerland, but not to Japan. The immediate impact of a risk-off shock is an increase in net private inflows to Switzerland, mostly driven by a reduction in Swiss residents net purchases of foreign debt securities and reduced foreign exposure by Swiss banks: Over several quarters, risk-off episodes are also related to reductions in net FDI outflows by Swiss residents. Given that the bulk of capital movements related to risk-off episodes appear to be driven by decisions of Swiss residents, capital flows management policies that discriminate based on the residency of the investor (capital controls) are not likely to be effective at reducing the impact of risk-off episodes. However, prudential policies that limit leveraging or foreign exposure by Swiss banks may diminish the volatility of capital flows during risk-off episodes.


 

The behavior of currencies during risk-off episodes

Coming soon!

The behavior of currencies during risk-off episodes
Reinout De Bock and Irineu de Carvalho Filho
August 30, 2012

Abstract: Episodes of increased global risk aversion have become more frequent and severe since 2007. We find that currency markets exhibit recurrent patterns during these risk-off episodes. The Japanese Yen and Swiss franc tend to appreciate significantly versus the US dollar whereas other G-10 and emerging market currencies depreciate. In addition, information on policy rates, external position, and a currency’s long-term valuation available prior to the risk-off episode, explains the cross-sectional variation in spot returns. Currencies with wider bid-ask spreads and from countries with more restrictions on cross-border financial flows tend to depreciate during risk-off episodes. Since 2007 currency performance in a risk-off episode has become more related to a currency’s yield and relation to broader risks, and our research warns against complacency during periods of FX strength.

 

Saturday, July 21, 2012

Zurich

Imagine só. Alucinei que havia uma centena de cisnes brancos descendo rio abaixo em Zurich.

Balada de cisnes

Friday, July 20, 2012

Parece piada... ANPEC

Quis submeterum artigo ao encontro da ANPEC em Porto de Galinhas.
Desisti. Afinal o formulario online nao permite que alguem cuja residencia seja fora do Brasil se inscreva.
The horror, the horror!

Thursday, June 14, 2012

EH no Jornal da Globo!

Meu artigo com o Renato sobre educação em SP em 1905 foi citado no Jornal da Globo. Gostei bastanta da reportagem. Siga este link para o vídeo.

Monday, June 4, 2012

Um dos meus gráficos favoritos: Fluxos de capitais privados/PIB para o Brasil, 1980-2011


Hoje eu tirei a tarde para refrescar minha base de dados de fluxos de capitais. Para comemorar o fim do dia, eis a série de fluxo de capitais privados para o Brasil, como percentual do PIB, de 1980 até o final de 2011 (a série é uma média móvel dos dados trimestrais).



Podemos ver nessa série a parada súbita associada com a crise da dívida no começo dos anos 80, o longo inverno da década perdida, a volta dos influxos de capitais com o Plano Real, a crise da eleição do Lula e a lua-de-mel dos mercados financeiros internacionais com o Brasil de Lula.

Saturday, June 2, 2012

Determinantes externos e internos da política macroeconômica brasileira: Fatos e especulações

Eu escrevi um texto com esse título em janeiro de 2011, como uma contribuição para o simpósio “Política Macroeconômica nos 8 anos de Governo Lula”, organizada pelo Professor Luciano Nakabashi, para a revista Economia & Tecnologia, da UFPR. No final das contas, acabei não submetendo o texto, que agora vocês podem ler aqui.

Thursday, May 31, 2012

Sobre intervenção cambial

Uma das bobagens recorrentes no debate brasileiro sobre política cambial é a afirmação que nenhum país deixa sua taxa de câmbio se ajustar livremente, ao léu dos movimentos de capitais privados. Esta é uma falácia facilmente refutada pelos dados: existem diferentes graus de intervenção cambial em resposta a fluxos privados de capitais, e alguns bancos centrais efetivamente não intervêm no mercado cambial a despeito da volatilidade dos fluxos de capitais privados.


Quando um banco central tenta suavizar o efeito dos fluxos privados de capitais sobre a taxa de câmbio, este acumula/vende reservas internacionais na proporção dos influxos privados de capitais. No balanço de pagamentos, a acumulação/venda de reservas internacionais é contabilizada com uma entrada negativa/positiva na conta “Reserve assets, net”. Portanto, à medida que o banco central tenta suavizar a taxa de câmbio, um gráfico da relação entre fluxos privados de capitais (no eixo horizontal) e a conta “Reserve assets, net” (no eixo vertical) vai mostrar os pontos em grande parte em torno de uma reta com ângulo de 135 graus passando pelo ponto (0,0).

Preparei este gráfico para quatro países da América Latina, para 2005-2010, um período cheio de eventos. Como podemos ver, enquanto que para o Brasil e a Colômbia a acumulação de reservas internacionais é a imagem no espelho dos movimentos de capitais privados, o mesmo não é verdade para México, e principalmente para o Chile.




Mas as diferenças podem ser maiores ainda. No gráfico abaixo, temos EUA, Reino Unido, Noruega e Canadá. Fica claro que principalmente os dois primeiros, para todos os efeitos, não intervieram no mercado de câmbio durante 2005-2010.


Monday, May 28, 2012

Marolinha?

Desde abril de 2011, a série de produção industrial com ajuste sazonal está abaixo de sua tendência histórica (estimada com dados até agosto de 2008). O índice para março de 2012 está 6 pontos percentuais abaixo de sua tendência. Certamente o ciclo de negócios não está extinto em Piratininga.


Wednesday, May 16, 2012

Artigos que gostaria de escrever: Avaliando a McKinsey & Company


A McKinsey& Company é uma mega consultoria com grande reputação, que paga salários altamente competitivos e recruta consultores nos melhores programas de MBA e Ph.D. Entretanto, não tenho uma  opinião muito positiva (eufemismo) sobre a qualidade de seus trabalhos, em particular dos trabalhos do McKinsey Institute. Geralmente tais relatórios têm conclusões bombásticas e sensacionalistas, mas a qualidade do scholarship deixa um tanto a desejar (minha opinião profissional).

Gostaria muito de escrever um artigo que analisasse o desempenho de empresas de capital aberto que contratam managers que vieram da McKinsey. Eles agregam ou destroem valor? São expertos ou charlatães? Tenho muita curiosidade em saber.

Saturday, March 24, 2012

Artigo sobre informalidade no Brasil

Depois de alguma espera, meu artigo sobre informalidade no Brasil com o Marcello Estevão foi liberado como Working Paper do IMF. Você pode encontrá-lo aqui.

Neste artigo, nosso principal resultado é que a sensitividade dos salários reais às condições dos mercados de trabalho regionais foi reduzida depois da passagem da Constituição de 1988, o que pode ter contribuído para as taxas de desemprego mais altas vigentes desde então.

Interessantemente, nós encontramos que estados com maiores aumentos na informalidade depois de 1988 tiveram menores reduções na sensitividade dos salários reais às condições macroeconômicas, o que sugere que um dos papéis da informalidade é atuar como válvula de escape para um ambiente econômico sobre-regulado.

Finalmente, nós também encontramos evidência que os mercados de trabalho passaram a responder mais fortemente às condições macroeconômicas desde o final da década de 1990. Uma possível explicação para isso é a introdução do sistema de metas de inflação e subseqüente redução da volatilidade da inflação e crescimento econômico.

Abstract:
Even though institutions are created to protect workers, they may interfere with labor market functioning, raise unemployment, and end up being circumvented by informal contracts. This paper uses Brazilian microeconomic data to show that the institutional changes introduced by the 1988 Constitution lowered the sensitivity of real wages to changes in labor market slack and could have contributed to the ensuing higher rates of unemployment in the country. Moreover, the paper shows that states that faced higher increases in informality (i.e., illegal work contracts) following the introduction of the new Constitution tended to have smaller drops in wage responsiveness to macroeconomic conditions, thus suggesting that informality serves as a escape valve to an overregulated environment.